Como a neurociência e a tecnologia podem ajudar no ensino

Estudos da Neurociência, sobre como o cérebro aprende e guarda saberes permitem ao professor uma diversidade de ferramentas e recursos.  Tais recursos, se bem utilizados, podem contribuir significativamente com o processo de ensino e aprendizagem.  Portanto, levando os alunos a uma aprendizagem significativa.

Vivemos a era do conhecimento onde recursos tecnológicos têm mudado a forma de ensinar e aprender. Em contrapartida, a Neurociência mostra que o cérebro é uma “máquina” fantástica capaz de fazer qualquer coisa se for bem utilizado e estimulado.

Tal fato evidencia a necessidade de compreensão e conhecimento acerca de como o cérebro funciona. Qual a melhor forma de estimulá-lo e despertar seu potencial? Quais estratégias possibilitam maior desenvolvimento cognitivo? O que de fato é melhor e mais favorável para a aprendizagem?

Neurociência

Pesquisas mostram que, quanto maior a quantidade e a qualidade de estímulos oferecidos ao aluno, mais eficiente será o cérebro.

Então, é preciso apostar em recursos variados, atividades diversificadas e prazerosas, metodologias dinâmicas, conteúdos bem trabalhados e adequados ao perfil do aluno.  É importante também o estímulo de propostas desafiantes e estratégias que garantam o desenvolvimento do seu potencial cognitivo.

Afinal, oferecer situações de aprendizagem, experiências ricas e atividades intelectuais promove a plasticidade cerebral e como consequência disso, a inteligência.

Como a tecnologia pode ajudar?

Dentro desse contexto, é importante salientar que o uso das novas tecnologias representam grandes estimuladores das redes neurais, uma vez que promovem motivação e diversão.  Concomitantemente, potencializam o desenvolvimento de estratégias, técnicas de raciocínio e resolução de problemas.

Isso é feito a partir do funcionamento integrado de vários processos mentais, como memória, atenção, concentração, raciocínio, dentre outros. Um bom exemplo seria a propagação do uso de dispositivos móveis, ligados à internet ou não.  Isso tem disseminado vários softwares e games educacionais  trazendo ludicidade ao aprendizado através de metodologias mais atrativas e efetivas.

Conclui-se, portanto, que a Neurociência pode contribuir no processo de ensino e aprendizagem porque nos dá meios e respostas para as seguintes perguntas: como os alunos aprendem? Quais as habilidades e competências que podem ser exploradas? Qual a maneira mais eficaz de mediar o conhecimento? Além disso, é preciso fazer bom uso das ferramentas tecnológicas disponíveis, apostando numa metodologia de trabalho que fuja do tradicional. Sempre com  intuito de nortear o seu trabalho proporcionando o desenvolvimento integral e completo do aluno, com vistas a diminuir a distância entre quem ensina e quem aprende.

Por Arianne Menezes

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